Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1930)
Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – (http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br)

 

 

JOBIM, JOSÉ MARTINS DA CRUZ

Outros nomes e/ou títulos:

 

 

DADOS PESSOAIS
TRAJETÓRIA PROFISSIONAL
PRODUÇÃO INTELECTUAL
FONTES
FICHA TÉCNICA

 




 

 

 

 

 

 

 

DADOS PESSOAIS

José Martins da Cruz Jobim nasceu na cidade do Rio Pardo, na então província do Rio Grande do Sul, em 26 de fevereiro de 1802. Era filho de José Martins da Cruz Jobim e Eugénia Rosa Pereira Fortes. Casou-se em 1830 com Maria Amélia Marcondes do Amaral, de família paulista, com quem teve sete filhos: Eugenia Rosa Marcondes Jobim, Pedro Fortes Marcondes Jobim, doutor em medicina pela Faculté de Médecine de Montpellier, Luiza Marcondes Jobim, Januária Marcondes Jobim, Francisca Marcondes Jobim, Álvaro Fortes Marcondes Jobim, e Antonio Marcondes do Amaral Jobim. Um de suas filhas, Luiza Marcondes Jobim, casou-se com Vicente Cândido Figueira Sabóia, posteriormente Visconde de Sabóia, que foi diretor da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.

Foi agraciado com as Comendas da Ordem da Rosa e de Cristo, e da Imperial Ordem da Rússia de S. Estanislau.

Faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 23 de agosto de 1878.

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TRAJETÓRIA PROFISSIONAL

José Martins da Cruz Jobim, ainda criança, veio para a cidade do Rio de Janeiro, onde iniciou seus estudos no Seminário Episcopal de São José. Viajou para a França, em 1821, onde ingressou na Faculté de Médecine de Montpellier, tendo se transferido posteriormente para a Faculté de Médecine de Paris, instituição na qual diplomou-se como bacharel em ciências físicas (1826) e doutor em medicina (1828).

Ao retornar ao Brasil, em 5 de março de 1828, foi nomeado médico do Hospital da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, onde chefiou uma de suas enfermarias. Teve presença marcante nesta instituição, exonerando-se de suas funções no ano de 1859. Em 1860 lhe foi concedido o título de primeiro e único médico honorário do Hospital da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro.

Dedicou-se também às atividades clínicas em seu consultório particular, situado à rua do Lavradio n 53, no bairro da Lapa, na cidade do Rio de Janeiro.

Ainda em 1828, José Martins da Cruz Jobim ingressou na Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional, associação criada em 1824 e direcionada ao aperfeiçoamento dos estudos da agricultura, comércio e indústria, integrando a Comissão de Analises e Processos Químicos.

Foi um dos fundadores da Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro, criada em 1829 e posteriormente denominada Academia Imperial de Medicina, juntamente com Joaquim Cândido Soares de Meirelles, Luís Vicente de Simoni, José Francisco Xavier Sigaud e Jean Maurice Faivre. Na eleição da primeira diretoria desta instituição foi nomeado arquivista-tesoureiro, e foi seu presidente nos anos de 1831(3 trimestre), 1834 (3 e 4 trimestres), 1839-1840 e 1848-1851. Foi um dos redatores da Revista Médica Fluminense, publicação da então Academia Imperial de Medicina que circulou entre os anos de 1835 e 1841

José Martins da Cruz Jobim participou de várias comissões organizadas pela Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro, tendo sido, em 1830, indicado como relator da Comissão de Salubridade designada para examinar a situação das prisões, hospitais, casa de expostos e hospícios. Neste mesmo ano integrou a comissão, encarregada pela Câmara dos Deputados, para elaborar um plano para as escolas médicas. O projeto elaborado intitulou-se "Plano de Organização das Escolas Médicas do Império. Redigido pela Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro, por Convite que a Augusta Câmara dos Deputados lhe dirigiu em 07 de outubro de 1830", e foi apresentado por José Martins da Cruz Jobim à Câmara dos Deputados do Império, sendo votado e aprovado.

Em 1831 foi nomeado, por José Bonifácio de Andrada e Silva, médico dos filhos de D. Pedro I, que naquela ocasião havia renunciado ao trono. Dispensou cuidados médicos à princesa D. Paula Marianna Joana Carlota de Bragança, que veio a falecer de varíola aos 10 anos de idade, e escreveu posteriormente um relatório sobre o ocorrido, intitulado "Relatório da moléstia de sua alteza a sereníssima Princesa D. Paula Marianna".

Na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, foi lente de medicina legal e toxicologia (1833-1854), e diretor (1842-1872), tendo sido jubilado e aposentado como diretor em 1872.

Foi nomeado médico efetivo da Imperial Câmara em 1840.

Em novembro de 1842 foi o primeiro médico a ser nomeado pela Mesa Administrativa do Hospício de Pedro II, fundado em 1841, com a atribuição de visitar, prescrever e formular o tratamento aos alienados recolhidos. Entre os anos de 1847 e 1851 integrou o quadro de médicos do Hospício de Pedro II, juntamente com Luís Vicente de Simoni, Manoel Feliciano Pereira de Carvalho, Luiz Bompani, Augusto Cezar de Souza, e Antonio José Pereira das Neves.

José Martins da Cruz Jobim foi médico e diretor (1842-1872) da Casa de Saúde de Saco do Alferes, inaugurada em 1849 na rua do Saco do Alferes n 253 (posteriormente rua de Santo Cristo dos Milagres), no centro do Rio de Janeiro. Nesta Casa de Saúde também fizeram parte do quadro de médicos José Francisco Xavier Sigaud, Joaquim Cândido Soares de Meirelles, Manoel do Valladão Pimentel, Manoel Feliciano Pereira de Carvalho e Luís Vicente de Simoni.

Em 1844, José Martins da Cruz Jobim viajou para Nápoles (Itália), como emissário particular de D.Pedro II junto à Corte do Rei das Duas Sicílias, e no seu retorno foi designado médico da comitiva do Imperador que realizaria sua primeira visita às províncias do sul do império brasileiro. Nesta ocasião, foi nomeado, ainda em Porto Alegre, para o Conselho da Coroa. Na viagem de retorno ao Rio de Janeiro, na passagem pela província de Santa Catarina, realizou a análise química das águas, da qual resultou a monografia intitulada "Exame das águas minerais de Santa Catarina" (1845).

Foi deputado geral, nas 7a e 8a legislaturas, pela província do Rio Grande do Sul (1849-1851), e senador do Império pela província do Espírito Santo (01/03/1851), cargo este que assumiu em 6 de maio do mesmo ano e onde permaneceu até a data de sua morte, em 1878. Em função destes cargos políticos, afastou-se temporariamente por várias vezes da direção da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.

Participou ainda em 1867, como conselheiro, do quadro de membros honorários do Imperial Instituto Médico Fluminense. Foi membro correspondente da Real Academia de Ciências de Nápoles, da Academia de Ciências de Lisboa e de outras associações científicas e literárias no Rio de Janeiro, em Paris, Roma, Lille (França) e Hamburgo (Alemanha). Pertenceu à Sociedade Defensora da Liberdade e Independência Nacional, agremiação política fundada em 1831 por Evaristo da Veiga e instalada no Rio de Janeiro.

José Martins da Cruz Jobim, em seu trabalho "Observações sobre a tísica pulmonar e a enfermidade vulgarmente chamada de opilação", publicado em 1831, apresentou suas observações sobre a opilação, tema este que, embora fosse uma doença endêmica, não era objeto de muitos estudos no país. Segundo Luiz Otávio Ferreira (1999), neste estudo Jobim confirmou a idéia de que os escravos, os roceiros e estrangeiros pobres eram os mais acometidos por aquela enfermidade, e descreveu as lesões que esta ocasionava no canal intestinal e a conseqente alteração sangínea e de órgãos. Posteriormente, em 1841, em um estudo publicado na Revista Médica Brasileira, Jobim defendeu a idéia da existência de relação entre a opilação e o clima tropical, tendo em vista a ausência de ocorrências da enfermidade nos países com clima frio, e assim a opilação não deveria ser considerada doença social, mas doença do clima (FERREIRA, 1999).

Em setembro de 1977, na reunião da Divisão Inter-Americana da Internacional Society of Hematology, realizada na Academia Nacional de Medicina, no Rio de Janeiro, foi atribuída a José Martins da Cruz Jobim a primazia de ter intuído a resistência maior dos pretos africanos e dos brancos nascidos no Brasil às febres intermitentes, conforme apresentado em seu trabalho intitulado "Discurso sobre as moléstias que mais affligem a classe pobre do Rio de Janeiro" que fora publicado em 1835 (FERNANDES, 1982). Neste estudo Jobim teria apresentado como explicação que "o hábito naqueles de sofrerem melhor as intempéries da atmosfera ou à circunstância de se acharem eles acostumados, por geração, às impressões miasmáticas que produzem, pois as febres da costa dÁfrica, se não constituem as verdadeiras intermitentes perniciosas, tem com elas muita analogia" (Apud FERNANDES, 1982, p.59).

Teve o seu necrológio escrito por José Eduardo Teixeira de Souza, orador oficial da Academia Imperial de Medicina, em 30 de junho de 1879, na sessão comemorativa do cinqentenário daquela associação (FERNANDES, 1982).

Entre as homenagens prestadas a José Martins da Cruz Jobim, destacam-se a emissão de selo comemorativo por ocasião do 150 aniversário de seu nascimento, pelo Departamento dos Correios e Telégrafos (lei n 1.671, de 12/09/1952), e a mudança do nome da Rua Constantino Alves, situada no bairro de Irajá, na cidade do Rio de Janeiro, para Rua Cruz Jobim (decreto n 5.224, de 5/04/1935).

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PRODUÇÃO INTELECTUAL

- "Dissertation sur le vaccine : these presentée et soutenue à la Faculté de medecine de Paris pour obtenir le grade de docteur en medecine". Paris, 1828. - "Relatório da comissão de visita das prisões, cárceres de conventos e estabelecimentos de caridade, nomeada pela câmara municipal do Rio de Janeiro". Rio de Janeiro: [s.n.], 1830.
- "Discurso inaugural que na sessão pública da instalação da Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro recitou José Martins da cruz Jobim". Rio de Janeiro: Typ. do Diário, 1830.
- "Estatutos da Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro". Rio de Janeiro: [s.n.], 1830.
- "Plano de Organização das Escolas Médicas do Império. Redigido pela Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro, por Convite que a Augusta Câmara dos Deputados lhe dirigiu em 07 de outubro de 1830". Rio de Janeiro: [s.n.], 1830.
- "Relatório da commissão de visita das prisões, cárceres de conventos e estabelecimentos de caridade, nomeada pela câmara municipal do Rio de Janeiro". Rio de Janeiro: [s.n.], 1830.
- "These sobre a hydrofobia: assumpto que lhe coube em sorte no concurso para o logar de supplente das cadeiras de medicina da Academia medico-cirurgica do Rio de Janeiro". Rio de Janeiro, 1831. Rio de Janeiro: Typographia Imperial e Constitucional de E. Seignot-Plancher, 1831.
- "Elogio histórico de Francisco de Mello Franco, lido na sessão publica da Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro em 24 de abril de 1831". Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, Rio de Janeiro, tomo 5, 1831.
- "Insânia loquaz ocasionada por uma pneumonia crônica com tubérculos pulmonares". Rio de Janeiro: [s.n.], 1831.
- "Observações sobre a tísica pulmonar e a enfermidade vulgarmente chamada de opilação'". Semanário de Saúde Pública, Rio de Janeiro, n. 42, p.209, 1831.
- "Relatório da commissão de salubridade geral da Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro sobre as causas da infecção da atmosphera da Corte, approvado". Rio de Janeiro: [s.n.], 1832.
- "Sobre as hydropesias em geral". Rio de Janeiro, 1833. Tese (Concurso para a cátedra de medicina legal) - Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Typographia Imperial e Constitucional de E. Seignot-Plancher e C., 1833.
- "Relatório da moléstia de Sua Alteza a sereníssima Princeza senhora dona Paula Marianna". Rio de Janeiro: [s.n.], 1833.
- "Discurso sobre as moléstias, que mais affligem a classe pobre do Rio de Janeiro; lido na sessão pública da Sociedade de Medicina, a 30 de junho de 1835, pelo seu presidente José Martins da Cruz Jobim". Rio de Janeiro: Typographia Fluminense de Brito e Comp.,1835.
- "Tentativa de restituir a vida aos enforcados". Rio de Janeiro: [s.n.], 1835.
- "Discurso sobre as moléstias que mais affligem a classe pobre do Rio de Janeiro, pelo Dr. José Martins da Cruz Jobim". Revista Médica Brasileira, Rio de Janeiro, n.6, out.1841.
- "Discurso sobre as moléstias que mais affligem a classe pobre do Rio de Janeiro". Revista Médica Brasileira, Rio de Janeiro, n.7, nov.1841.
- "Exame das águas mineraes de Santa Catarina". Cidade do Desterro, Santa Catarina: [s.n.], 1845.
- "Passa-tempo escolástico, no qual procura-se dar em dous discursos, uma idéa exaca do que deve ser o verdadeiro médico. Trata-se de um caso julgado de ferimentos mortaes e refere-se à legislação do Brazil, relativa ao exercício da medicina e da pharmácia". Rio de Janeiro: Typ. Imp. De F. de Paula Brito, 1847.
- "Discursos pronunciados na sessão de 1848 da Camara dos Deputados". Rio de Janeiro: [s.n.], 1848.
- "Discurso do doutor José Martins da Cruz Jobim na sessão (do senado) de 1851". Rio de Janeiro: [s.n.], 1851.
- "Discurso pronunciado no Senado a favor da resolução da Camara dos Deputados, restabelecendo o recurso à Corôa, abolido incompetentemente pelo decreto de 26 de março de 1857". Rio de Janeiro: [s.n.], 1857.
- "Discurso pronunciado na presença de suas magestades imperiaes pelo director da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro ... no acto de conferir grao de doutor aos 27 de novembro de 1862". Rio de Janeiro, Typ. Universal de Laemmert, 1863.
- "Discurso pronunciado na presença de Suas Majestades Imperiais pelo Diretor da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, no ato de conferir o grau de doutor aos 16 de dezembro de 1864". Rio de Janeiro: [s.n.], 1864.
- "Discurso pronunciado na presença de Suas Majestades Imperiais pelo Diretor da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, o Cons. José Martins da Cruz Jobim". Rio de Janeiro: [s.n.], 1865.
- "Discurso pronunciado em 1868 no ato solene do doutoramento na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro pelo seu Diretor". Rio de Janeiro: [s.n.], 1868.
- "Discurso pronunciado na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, no ato de doutoramento em 1871, pelo Cons. José Martins da Cruz Jobim". Rio de Janeiro: [s.n.], 1871.
- "Natureza e contagiosidade da febre amarela e meios de a combater". Conferência Popular da Glória n 92, em 25/10/1874.
- "Da intervenção da medicina legal como uma necessidade indispensável para a boa administração da justiça". Conferência Popular da Glória n 130, em 04/07/1875.
- "Asfixia". Conferência Popular da Glória n 134, em 01/08/1875. In: CONFERÊNCIAS Populares. Rio de Janeiro, n.5, maio 1876.
- "Fatos históricos da Idade Média relativos à invasão dos bárbaros, ao feudalismo e à cavalaria errante." Conferência Popular da Glória n 185, em 16/07/1876. In: CONFERÊNCIAS Populares. Rio de Janeiro, n.7, jul. 1876.
- "História de Portugal". Rio de Janeiro: J. Villeneuve, 1876.
- "História de Portugal. I. Os quatro primeiros reinados". Rio de Janeiro: J. Villeneuve, 1876.
- "História de Portugal I, os quatro primeiros reinados". Conferência Popular da Glória n 199, em 17/09/1876. In: CONFERÊNCIAS Populares. Rio de Janeiro, n.9, set. 1876.
- "História de Portugal II". Conferência Popular da Glória n 203, em 1/10/1876. In: SEPARATA de Conferências Populares. Rio de Janeiro, n.10,out.1876.
- "História de Portugal III". Conferência Popular da Glória n 218, em 26/11/1876.
- "História de Portugal IV". Conferência Popular da Glória n 223, em 17/12/1876.
- "Noticia das tentativas para restituir à vida os dous ultimos enforcados". [s.l.]: [s.n.], [s.d.].

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FONTES

- BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. Diccionario Bibliographico Brazileiro. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1893. v. 5 (BCOC)
- FERNANDES, Reginaldo. O Conselheiro Jobim e o espírito da medicina do seu tempo. Brasília: Ed. do Senado Federal, 1982. (BCOC)
- FERREIRA, Luiz Otávio. Os periódicos médicos e a invenção de uma agenda sanitária para o Brasil (1827-43). História, Ciências, Saúde-Manguinhos, Rio de Janeiro, v. 6, n. 2, pp. 331-351, 1999. (BCOC)
- ÍNDICE de Leis - 1952 . Online. Capturado em 3 jun. 2003. Disponível na Internet: http://www.soleis.adv.br/leis1952.htm
- JOSÉ Martins da Cruz Jobim. In: GENALL.Net. Online. Capturado em 17 fev.2009. Disponível na Internet: http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=644725 - LOGRADOURO-Irajá. Online. Capturado em 28 abr. 2003. Disponível na Internet: http://sites.uol.com.br/agrocon/logradouro.htm
- MAGALHÃES, Fernando. Centenário da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro 1832-1932. Rio de Janeiro: Typ. A. P. Barthel, 1932. (BN)
- RIBEIRO, Lourival. O Barão de Lavradio e a higiene no Rio de Janeiro Imperial. Rio de Janeiro: Editora Itatiaia Limitada, 1992. (BN)
- SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. História Geral da Medicina Brasileira. São Paulo: HUCITEC/EDUSP, 1991. v. 2. (BCCBB)
- VASCONCELOS, Vasco Joaquim Smith de. Médicos e cirurgiões da Imperial Câmara. Reinados de D. Pedro I e D. Pedro II. Campinas, São Paulo: [Academia Campinense de Letras], 1964. (BN)
http://geocities.yahoo.com.br/Kajafreitas/Nobv.htm

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FICHA TÉCNICA

Pesquisa - Rodrigo Borges Monteiro.
Redação - Rodrigo Borges Monteiro, Maria Rachel Fróes da Fonseca.
Revisão - Maria Rachel Fróes da Fonseca.

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