Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1930)
Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – (http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br)

 

 

CÂNDIDO, FRANCISCO DE PAULA

Outros nomes e/ou títulos:

 

 

DADOS PESSOAIS
TRAJETÓRIA PROFISSIONAL
PRODUÇÃO INTELECTUAL
FONTES
FICHA TÉCNICA

 

 

 

 

 

 

DADOS PESSOAIS

Francisco de Paula Cândido nasceu em 2 de abril de 1805, na fazenda do Macuco, no distrito de Piranga (antiga Guarapiranga), região sob a jurisdição da Comarca de Mariana, na então província de Minas Gerais. Era filho do fazendeiro Antonio Gomes Cândido e D. Anna Rosa Umbelina de Jesus Gomes Cândido, ambos naturais do arraial mineiro de Santa Cruz de Ponte Nova. Casou-se no dia 7 de agosto de 1837 com Maria Benedicta de Andrade Souto Maior, filha do senador do Império Manoel Ignacio de Andrade Souto Maior Pinto Coelho (Marquês de Itanhaém), que sucedeu a José Bonifácio de Andrada e Silva, em 1833, como tutor do Imperador D. Pedro II.

Foi agraciado pelo Imperador D. Pedro II com os títulos de Comendador da Ordem da Rosa, e de Cavaleiro da Ordem de Cristo, e pela Rainha da Espanha com a Comenda da Americana Real Ordem Espanhola de Isabel a Católica. Foi membro do Conselho do Imperador.

Faleceu em Paris em 5 de abril de 1864, tendo sido sepultado no Cemitério de Montmatre, naquela cidade.

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TRAJETÓRIA PROFISSIONAL

Francisco de Paula Cândido em 1813, atendendo ao desejo de seus pais para que ingressasse na carreira do sacerdócio (SENNNA, 1928), iniciou seus estudos no Seminário de São José, na cidade de Mariana (província de Minas Gerais), onde também concluiu os estudos de filosofia e latinidade em 1820. Em 1821 abandonou o Seminário e foi para a cidade de Vila Rica de Ouro Preto, onde ingressou na carreira militar como cadete do Regimento de Dragões de Minas. Cursou posteriormente, por três anos, a Academia Militar da Corte, no Rio de Janeiro. Em 1825 solicitou sua baixa do serviço do Exército, obteve seu desligamento da Academia Militar, e viajou para a Europa, especialmente para a cidade de Paris, em busca de sua verdadeira vocação, a profissão médica.

Entre os anos de 1825 e 1832 freqüentou os institutos e cursos superiores em Paris, tendo obtido em 1829 o grau de bacharel em Letras, e pouco tempo depois o de bacharel em ciências médicas. Em 31 de agosto de 1832 doutorou-se, pela Faculté de Médicine de Paris, com a tese intitulada “Sur l'électricité animale”. Ainda na França foi médico voluntário da “legião sanitária” organizada pelo governo francês, por ocasião da epidemia de cólera-morbus, em 1832, tendo recebido a Grande Medalha de Ouro em reconhecimento aos serviços prestados.

Ao regressar a seu país, no ano de 1833, inscreveu-se nos concursos para as cadeiras de física médica, de química e de terapêutica da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro , tendo sido aprovado no primeiro, com a tese intitulada “Algumas considerações sobre a atmosphera”, uma das primeiras teses defendidas nesta instituição. Tomou posse em 6 de março de 1833, e ocupou este cargo por 30 anos, lecionando também esta matéria para estudantes de farmácia. Seu nome ficaria ainda mais ligado à farmácia brasileira por sua aproximação com Ezequiel Corrêa dos Santos, considerado o “Pai da Farmácia” no Brasil (ANTONINI, 2003).

Em 1854 presidiu a comissão organizada por José Bento da Rosa, diretor em exercício da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, para definição das bases da planta de um edifício para aquela instituição. Ocupou de maio a julho de 1859 a vice-direção da mesma Faculdade, e jubilou-se em 27 de maio de 1863, sendo sucedido na cadeira de física médica por Francisco José do Canto e Mello Castro Mascarenhas, que já o havia substituído naquele curso, anteriormente, em 1855.

Agostinho José de Souza Lima, discípulo de Francisco de Paula Cândido e posteriormente lente de química da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, destacou sua atuação naquela instituição, especialmente seu empenho em imprimir, no ensino da cadeira de física médica, uma orientação científica experimental, com fórmulas e cálculos matemáticos demonstrativos das leis físicas. Souza Lima assim caracterizou a filiação teórica de seu mestre:

“Adversário intransigente da escola vitalista, adepto fervoroso e convicto da escola iatro-química, Paula Candido sustentava a divisa de Lheman de que um futuro mais ou menos próximo a fisiologia animal se reduziria inteiramente às leis da Física e da Química.” (Apud SENNA, 1928, p.15)

 

 

Ainda em 1833 Francisco de Paula Cândido foi comissionado, pelo Governo Imperial, para estudar a epidemia de malária que se alastrava gravemente pela província do Rio de Janeiro, e foi também um dos médicos consultados pela Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro sobre questões de saúde pública. Candidatou-se em 26 de janeiro de 1833 ao posto de membro de titular na Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro, apresentando a memória “Observações sobre a febre tifóide”. O parecer de aprovação a sua candidatura foi lido em 30 de janeiro, seguindo-se sua eleição e posse. Foi patrono da cadeira nº 20 desta associação.

Participou da Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro desde seus primeiros anos, juntamente com importantes expressões da área médica que também haviam se formado na França, como Joaquim Cândido Soares de Meirelles, Francisco Freire Allemão de Cysneiros, José Martins da Cruz Jobim, além do francês José Francisco Xavier Sigaud. Foi ainda presidente desta associação por três ocasiões, sendo a primeira no 1º e 2º trimestre do ano de 1834, a segunda no período de 1840 a 1842 e a terceira de 1852 a 1859.

Destacou-se também como redator dos Annaes de Medicina Brasiliense, publicação da então Academia Imperial de Medicina no período de 1845 a 1849. Dirigiu ainda o Diário da Saúde, de 1835 a 1836, e o jornal literário Brasil Ilustrado no período de 1855 a 1856, que circulavam na Corte.

Em 1846 Francisco de Paula Cândido foi encarregado, pelo Governo Imperial, da análise das águas carbogasosas da região de Caxambu, na província de Minas Gerais (SANTOS FILHO, 1991).

De acordo com Nelson de Senna (1928), Francisco de Paula Cândido foi o primeiro médico brasileiro que estudou cientificamente a sintomatologia, os detalhes e a forma curativa do beri-beri. Desenvolveu estudos também sobre a morféia, o cólera-morbus e a etiologia da febre amarela vinda do golfo do México em 1894.

Dirigiu, juntamente com Domingos Marinho de Azevedo Americano, também professor da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, a Nova Casa de Saúde, situada na rua da Pedreira da Candelária (atual Rua Bento Lisboa), na cidade do Rio de Janeiro.

Francisco de Paula Cândido foi o primeiro presidente da Junta de Higiene Pública, criada pelo decreto nº 598, de 14 de setembro de 1850, instituição responsável pela conservação da salubridade pública. Naquele ano a grande epidemia de febre amarela havia se alastrado pela província do Rio de Janeiro, vitimando cerca de 4.160 pessoas, inclusive a Antonio Gomes Cândido, irmão primogênito de Francisco de Paula Cândido. O decreto nº 828, de 29 de setembro de 1851, apresentou o regulamento da instituição, a qual passou a denominar-se Junta Central de Higiene Pública. Durante o período que esteve à frente da Junta, Francisco de Paula Cândido apontou as deficiências da estrutura e do funcionamento da mesma, entendendo que a Junta deveria ser somente uma instituição consultiva, não executiva, responsável pelo estudo dos principais problemas de saúde pública e pela indicação de providências a serem adotadas:

“As atribuições, escrevia ele, que o respectivo regulamento conferiu a esta instituição (a Junta) forma por este regulamento ampliadas muito além do espírito e da letra do decreto de sua criação; porquanto, por este decreto limitam-se suas atribuições a indicar à Comissão de Engenheiros e ao Governo Imperial as necessidades reclamadas pela saúde pública; entretanto que pelo respectivo regulamento a Provedoria do Porto, a Junta Vacínica, as matrículas dos médicos, farmacêuticos, parteiras e dentistas, a inspeção, enfim, sobre o exercício dos diferentes ramos da arte de curar, a fiscalização das casa de drogas ... lhe foram incumbidas. Para o bom desempenho de todas essas funções não se lhe proporcionaram os indispensáveis meios”. (Apud FALCÃO, 1978, p. 67)

 

 

 

 

Exerceu a presidência da Junta até o ano de 1864, sendo sucedido por José Pereira Rego (Barão do Lavradio). Sua carreira foi profundamente marcada pelo período à frente desta instituição, quando passou a ser conhecido como importante sanitarista do Império. Analisando as condições sanitárias do Rio de Janeiro, destacou a importância e a complexidade do debate sobre o contágio naquela época:

“A importante questão do contágio se oferecerá de hoje avante sempre que se discutirem as causas determinantes do nosso momento sanitário; por isso peço à V. Ex. licença para lhe consagrar algumas reflexões, e expender meu pensar a respeito. Dentro e fora do País, Médicos de reconhecido talento abraçam opiniões opostas a respeito do contágio. Quem consulta sem prevenção os escritos relativos à febre amarela encontra, e às vezes no mesmo autor, fatos comprobatórios do contágio ao lado de outros que o excluem. Entre nós fatos ocorreram em que o contágio se ostenta claro, e inquestionável; e ao lado destes se observaram outros que excluem com o mesmo rigor e evidência.” (CANDIDO, 1852, p.5)

 

 

 

 

Entre outros aspectos marcantes de sua atuação como presidente da então denominada Junta Central de Higiene Pública, foi o combate à epidemia de cólera-morbus que assolou gravemente a província do Rio de Janeiro, no ano de 1855, sobre o qual escreveu o “Relatório ácerca do Cholera Morbus precedido de considerações sanitarias, relativas aos portos do Império” (1855) e o “Relatório acerca da Saude Publica comprehendendo 1º A Historia succinta do Chorela-morbus no Império em 1855-1856; 2º A Discussão das providencias sanitárias que convem adoptar-se” (1856).

Pelo decreto Imperial nº 1.103, de 3 de janeiro de 1853, foi fundado o Hospital Marítimo de Santa Isabel, em Jurujuba (Niterói), para tratamento dos marinheiros e outras pessoas de bordo dos navios, nacionais e estrangeiros, que aportassem na Baía de Guanabara, que estivessem com moléstias contagiosas ou suspeitas. Para administrar o Hospital foi instalada uma comissão, composta pelo presidente da Junta Central de Higiene Pública, pelo Capitão do Porto, por um Delegado do Corpo Consular. Francisco de Paula Cândido participou, então, da administração do Hospital, juntamente com Bento Maria da Costa (médico administrador) e José Eduardo Teixeira de Souza (médico). Posteriormente, em 1895, o Hospital Marítimo de Santa Isabel passou a ser denominado Hospital Paula Cândido (FALCÃO, 1978, p. 327).

Lecionou línguas e ciências naturais e foi médico das Princesas Imperiais, D. Isabel (1846-1921) e D. Leopoldina (1847-1871), filhas do Imperador D. Pedro II. Foi médico da Câmara Imperial (1840-1864).

Foi ainda sócio efetivo do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, sócio honorário da Academia de Belas Artes, membro da Academia Filomática de Paris, de l'Académie Diplomatique, da Sociedade de Ciências Médicas de Lisboa e patrono titular da cadeira nº 16 da Academia Mineira de Letras, fundada em 25 de dezembro de 1909.

Foi eleito em 1838 deputado pela Província de Minas Gerais, mandato que desempenhou por quatro legislaturas, desta data até 1845 e posteriormente de 1849 a 1856, passando neste último período a representar sua província como deputado geral. Em sua atuação no parlamento brasileiro propugnou, entre outras medidas, a garantia da liberdade de pensamento e de voto nos comícios eleitorais, a reforma política e administrativa que promovesse a descentralização dos serviços, a sistematização de um plano de saneamento da capital brasileira, e a construção de estradas que contatassem o interior do país (SENNA, 1928).

Francisco de Paula Cândido mobilizou-se pelo problema das comunicações entre o município da Corte com o interior do país, destacando a necessidade da ligação do Rio de Janeiro com o sertão mineiro do Alto São Francisco, em direção ao Brasil central. Em reconhecimento a este seu empenho, a ponte sobre a qual passa a Estrada de Ferro de Minas para Goiás, no trecho de Formiga para o extremo oeste mineiro, tem seu nome. Dedicou-se, também, ao desenvolvimento agrícola no país, especialmente em seu trabalho “Clamores da agricultura no Brazil e indicação dos meios facillimos de leva-la rapidamente à prosperidade, deduzidos tanto da experiência especial no Brazil como das receitas e admiráveis descobertas da chimica agrícola”.

Teve o seu necrológio proferido por Antônio Felix Martins, em sessão de 9 de maio de 1864, na Academia Imperial de Medicina.

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PRODUÇÃO INTELECTUAL

- “Sur l'electricité animale” (Tese de doutoramento em medicina pela Faculdade de Medicina de Paris, 1832).
- “Algumas considerações sobre a atmosphera” (Tese apresentada para o concurso à cadeira de Física Médica da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, 1833).
- “Considerações médico-topográficas sobre a cidade do Rio de Janeiro e suas imediações”. In: Diário de Saúde, Rio de Janeiro, 1835.
- “Febres de Irajá”. Rio de Janeiro, 1835.
- “Conseils contre la propagation de la fièvre jeaune”. Rio de Janeiro, 1835.
- “Diário de Saúde, ou ephemerides das sciencias médicas e naturaes do Brazil”. Rio de Janeiro, 1835 a 1836.
- “Discurso recitado em o dia 30 de junho, anniversário da instalação da acadmeia de medicina, em presença do augusto monarca brasileiro, o sr. dom Pedro II. In: Revista Médica Fluminense, tomo 3º, Rio de Janeiro, 1837.
- “Discurso recitado na sessão pública ect. de 30 de junho do corrente anno (1838)”. In: Revista Médica Fluminense, Rio de Janeiro, 1838.
- “Memória sobre elephantiase dos Gregos ou Leontísis, satyriasis, vulgarmente chamada morphéa”. In: Revista Médica Brasileira, tomo 10º, Rio de Janeiro, 1841.
- “Memória sobre a penetração do ar nas artérias”. In: Annaes Brasilienses de Medicina, tomo 14º, Rio de Janeiro, 1847.
- “Communicação do ar atmospherico com o systema arterial, demonstrada por experiencia”. (Lida em sessão da Academia imperial de medicina de 5 de maio de 1847). Rio de Janeiro : Typ. Imparcial, 1847.
- “Reflexões sobre febre intermittente”. In: Annaes Brasilienses de Medicina, tomo 13º, Rio de Janeiro, 1847.
- “Relatório sobre as medidas de salubridade reclamadas pela cidade do Rio de Janeiro”. Rio de Janeiro, 1851.
- “Exposição succinta do estado sanitário da cidade do Rio de Janeiro, e das medidas, que convem adoptar-se.” Rio de Janeiro, 27 de março de 1851.
- “Succinta exposição do movimento sanitário da cidade do Rio de Janeiro, durante o anno findo de 15 de abril de 1851 a 15 de abril de 1852, e em particular do movimento da febre amarella”. Rio de Janeiro, 1852.
- “Exposição do estado sanitário da capital do Império, apresentada ao ministério do império”. Rio de Janeiro, 1853.
- “Conseils: 1º, contre la propagation de la fièvre jaune; 2º pour son traitement a bord des navires”. Rio de Janeiro, 1853.
- “Exposição das medidas sanitárias, permanentes e occasionaes, reclamadas pela cidade do Rio de Janeiro, e reflexões ácerca da epidemia de febre amarella, para subir à presença de S. M. o Imperador”. Rio de Janeiro, 1854.
- “Aparelho para banho de vapor na casa do enfermo”. Rio de Janeiro, 1854.
- “Febres Intermitentes”. Rio de Janeiro, 1854.
- “Conselhos ao povo sobre os preceitos hygienicos que deve guardar no curso da epidemia de cholera-morbus e os meios de remediar os primeiros soffrimentos, pela commissão central de saúde pública”. Rio de Janeiro, 1855.
- “Relatório ácerca do Cholera Morbus precedido de considerações sanitarias, relativas aos portos do Império para subir a Augusta Presença de S. M. o Imperador pelo Dr. Francisco de Paula Candido”. Rio de Janeiro, 1855.
- “Guia para o povo se dirigir no tratamento curativo e preservativo do cholera-morbus; reclamada por muitos senhores fazendeiros e pessoas do interior que estão longe dos recursos da côrte”. Rio de Janeiro, 1855.
- “O Brasil Ilustrado: publicação litteraria”. Rio de Janeiro, 1855-1856.
- “História da moléstia do Exmo. Sr. marquês do Paraná”. In: Jornal do Comércio, Rio de Janeiro, 11/09/1856. (Escreveu este artigo juntamente com Antônio da Costa e Manoel Valladão Pimentel).
- “Relatório ácerca da salubridade pública, comprehendendo 1º A História succinta do Cholera- morbus no Império em 1855-1856; 2º A Discussão das providencias sanitarias que convem adoptar-se para subir a Augusta Presença de S. M. o Imperador”. Rio de Janeiro, 1856.
- “A pepsina e a digestão ou notícia da pepsina e sua acção no organismo”. Rio de Janeiro, 1858.
- “Clamores da agricultura no Brazil e indicação dos meios facillimos de leva-la rapidamente à prosperidade, deduzidos tanto da experiência especial no Brazil como das receitas e admiráveis descobertas da chimica agrícola”. Rio de Janeiro, 1859.
- “Relatório das medidas hygienicas reclamadas pela salubridade pública, etc.”. Rio de Janeiro, 1859.
- “Que a morféia se transmite de pais a filhos é fato que só poderá negar quem não praticou no Brasil Medicina, quem ainda não observou este mal perpetuar-se entre os descendentes dos morféticos”. [s.d.] [s.n.].

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FONTES

- ACADÊMICO Francisco de Paula Cândido. Patrono da Cadeira nº 20. Datilografado. Arquivo pessoal da Academia Nacional de Medicina. [Rio de Janeiro]: [s.n.], [s.d.]. (ANM)
- Annaes Brasilienses de Medicina , nº 1, p.16, jun. 1864. (ANM)
- ANTONINI, Vladimir. Francisco de Paula Cândido. Capturado em 7 jul. 2003. Online. Disponível na Internet: sites.uol.com.br/vladimir/historia/pages/hfar65.htm
- BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. Diccionario Bibliographico Brazileiro. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1893. v.3. (BCOC)
- CANDIDO, Francisco de Paula. Succinta exposição do movimento sanitário da cidade do Rio de Janeiro, durante o anno findo de 15 de abril de 1851 a 15 de abril de 1852, e em particular do movimento da febre amarella. Rio de Janeiro, 15 de abril de 1852. In: RELATORIO apresentado à Assembléa Geral Legislativa na Quarta Sessão da Oitava Legislatura pelo Ministro e Secretario d´Estado dos Negócios do Império Visconde de Mont´Alegre. Rio de Janeiro, 1852. Relatórios Ministeriais (1821-1960) . Obtido via base de dados PROJETO DE IMAGEM DE PUBLICAÇÕES OFICIAIS BRASILEIRAS DO CENTER FOR RESEARCH LIBRARIES E LATIN-AMERICAN MICROFILM PROJECT. Capturado 02/01/2006. Online. Disponível na Internet: http://www.crl.edu/content/pindex.htm
- FALCÃO, Edgard de Cerqueira. Brasiliensia Documenta . VI. Oswaldo Cruz Monumenta Histórica, tomo IV (I). Os Serviços de Saúde Pública no Brasil (1808 – 1907). Esboço histórico . São Paulo: s.n., 1978. (BCOC)
- LOBO, Francisco Bruno. O Ensino da medicina no Rio de Janeiro. v.IV. Rio de Janeiro: [s.n.], 1964. (ANM)
- MAGALHÃES, Fernando. Centenário da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro . Rio de Janeiro: Typ. A. P. Barthel, 1932. (BN)
- NITERÓI BAIRROS. Charitas. Capturado em 7 jul. 2003. Online. Disponível na Internet: http://www.urbanismo.niteroi.rj.gov.br/bairros/charitas.html
- 15 de maio de 1864. O conselheiro Dr. Francisco de Paula Candido. Gazeta Médica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Tomo I, II, III, p. 109-111, 1862-1864.
- RELATORIO apresentado à Assembléa Geral Legislativa na Terceira Sessão da Nona Legislatura pelo Ministro e Secretario d´Estado dos Negócios do Império Luiz Pedreira de Couto Ferraz. Rio de Janeiro, Typographia Nacional, 1855. Relatórios Ministeriais (1821-1960) . Obtido via base de dados PROJETO DE IMAGEM DE PUBLICAÇÕES OFICIAIS BRASILEIRAS DO CENTER FOR RESEARCH LIBRARIES E LATIN-AMERICAN MICROFILM PROJECT. Capturado 02/01/2006. Online. Disponível na Internet: http://www.crl.edu/content/pindex.htm
- RELATORIO apresentado à Assembléa Geral Legislativa na Quarta Sessão da Nona Legislatura pelo Ministro e Secretario d´Estado dos Negócios do Império Luiz Pedreira de Couto Ferraz. Rio de Janeiro, Typographia Nacional, 1856. Relatórios Ministeriais (1821-1960) . Obtido via base de dados PROJETO DE IMAGEM DE PUBLICAÇÕES OFICIAIS BRASILEIRAS DO CENTER FOR RESEARCH LIBRARIES E LATIN-AMERICAN MICROFILM PROJECT. Capturado 02/01/2006. Online. Disponível na Internet: http://www.crl.edu/content/pindex.htm
- SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. História Geral da Medicina Brasileira. São Paulo: HUCITEC/EDUSP, 1991. v. 2. (BCCBB)
- SENNA, Nelson. Traços para o perfil de um brasileiro notável. O Cons. Francisco de Paula Cândido (1805-1864). Nossa Terra , Rio de Janeiro, p.10-16, 1928.
- VASCONCELOS, Vasco Joaquim Smith de. Médicos e cirurgiões da Imperial Câmara. Reinados de D. Pedro I e D. Pedro II . Campinas, São Paulo: [Academia Campinense de Letras], 1964. (BN)

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FICHA TÉCNICA

Pesquisa – Rodrigo Borges Monteiro.
Redação – Rodrigo Borges Monteiro, Maria Rachel Fróes da Fonseca.
Revisão – Maria Rachel Fróes da Fonseca.

 

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